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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese
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O Convite Levante-se, Débora, levante-se! [...] Cante uma canção! Juízes 5:12, NTLH.
O Espírito Santo me instruiu: “Não se preocupe com o custo envolvido na distribuição das cartas que você se sente inspirada a escrever, e dos pequenos enfeites que faz. Simplesmente execute – faça de conta que é milionária e distribua o que você tem na tesouraria do seu coração!” Ah, que convite chocante aceitei de Deus anos atrás! Acredito que Jesus me deu um ministério pessoal, “Dimensões do Amor”, como avenida para partilhar Seu amor e contar aos outros a respeito dEle. Para captar a atenção, às vezes é necessário usar algo original, e assim eu coloco moedas de dez centavos de dólar nos enfeites que faço e nas páginas que escrevo. As pessoas me perguntam: “Por que a moeda de dez centavos?” Isso me dá a oportunidade áurea de partilhar minha fé, na esperança de incentivar outros a buscar um relacionamento pessoal com Jesus. Recentemente, entendi que havia uma razão mais profunda, subconsciente e espiritual para usar as moedas de dez centavos no meu ministério. Em 1971, meu pai se submeteu a uma cirurgia devido a um câncer no estômago. Passei um mês em Oregon com minha família. Depois, ele e mamãe me levaram de volta, de carro, para minha casa no Canadá. Ao longo do caminho, eu pensava e orava. A cerca de um quilômetro e meio da fronteira dos Estados Unidos com o Canadá, ainda no território americano, eu disse: “Papai, preciso lhe contar uma coisa. Quando eu estava na segunda série, furtei dinheiro do seu macacão enquanto você dormia, para poder comprar uns doces na confeitaria em frente à Escola West Park. Sinto tanto; você me perdoa, por favor?” (É lógico que ele me perdoou.) Eu havia furtado moedas de dez centavos – e mais tarde Jesus transformou meu pecado confessado num ministério para a Sua glória! Papai faleceu aos 44 anos de idade, três meses antes do nascimento de minha filha, Andrea. Eu estava com 20 anos. Desde a primeira palavra até a última, “Dimensões do Amor” foi – e é – escrito em memória do meu pai, William Robert Bailey. Muitas vezes, Deus é capaz de transformar uma experiência ruim numa bênção. Precisamos apenas ter a disposição de aceitar Seu convite para trabalhar com Ele. Você faria isso comigo hoje? Autora: Deborah Sanders Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 17/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 00h15
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Perseverarei

Perseverarei
Orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica. Efésios 6:18.
Eu desejava entrar para o ramo da venda de imóveis, mas havia um teste no qual eu precisava passar, antes de receber a licença. Passei longo tempo em oração, e depois fiz o teste. Oito vezes.
Da primeira vez que tentei fazer o exame de corretor imobiliário da Flórida, me esqueci do formulário de qualificação. Não se permite que uma pessoa faça o exame sem ele. Quando a escola passou o formulário por fax, o exame havia começado, de maneira que o perdi. Fracassei na segunda vez também, mas não me senti mal, porque só uns 25% passaram na primeira tentativa. Depois do quarto fracasso, porém, não pude deixar de chorar. Eu havia estudado tanto, e achava que conhecia muito bem o material. Quis desistir, mas me lembrei de um pensamento que havia lido. “Uma das exigências para a oração atendida é a perseverança.” Decidi perseverar e reivindiquei dois textos bíblicos: “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Romanos 8:28) e “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus” (Tiago 1:5).
Pedi a Deus sabedoria para passar no exame, mas ainda assim fui reprovada. Quando fracassei pela sétima vez, disse ao supervisor da prova: “Não volto mais.” Mas uma voz murmurou: “Confie em Deus, mesmo quando você não entende. Ele é digno de confiança.”
Duas noites depois, eu estava deitada na cama, exausta. De repente, senti um impulso incontrolável: “Vá para o computador. Veja se há uma desistência para o exame de amanhã.” Eu não queria obedecer. Havia conferido no dia anterior, e a primeira vaga ocorreria só três semanas mais tarde. Mas não consegui me livrar da idéia. Por fim, minutos antes da meia-noite, fui verificar. Havia uma vaga na praia Ormond para o dia seguinte. Esse era o lugar onde todos insistiam que eu fosse tentar. Era um local relativamente fácil de encontrar. Mas esse exame seria diferente. Então, ouvi Deus dizer: “Faça o exame.” E comecei realmente a orar. Agitada demais para recapitular a matéria, simplesmente orei.
O percurso até a praia Ormond na manhã seguinte foi bonito, e o exame pareceu fácil. Quando completei o exame – leva um minuto para o computador imprimir o resultado – recebi a boa notícia. Havia passado.
Muito obrigada por me aumentares a fé. Por Tua causa, nunca vou desistir.
Autora: Norma Howell
Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 16/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 00h11
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O Toque de um Anjo

O Toque de um AnjoAntes de clamarem, Eu responderei. Isaías 65:24, NVI. Meu esposo e eu estávamos dando aulas para um grupo de pastores e suas esposas, na Romênia. Adaptamos nossos seminários ao tomarmos conhecimento das diferentes necessidades das pessoas. Falávamos, na maioria das vezes, através de intérpretes, e ficávamos em pé enquanto nos apresentávamos. Éramos apaixonados por nossos temas e desfrutamos o desafio de ensinar numa cultura muito diferente da nossa. Durante os intervalos, dávamos aconselhamento, conversávamos com as pessoas ou preparávamos nossa apresentação seguinte. Com tanta coisa acontecendo (e provavelmente com tanta adrenalina correndo pelo corpo), não percebi quão tenso meu corpo se tornara e quão rijos estavam meus ombros. Mas Lily notou, e teve uma idéia.
Na hora do chá de frutas, Lily veio falar comigo. Ela era esposa de pastor, e havia aprendido a fazer massagem na Noruega. “Tenho um presente especial para lhe dar hoje à noite, depois que vocês terminarem de falar. Vou ao seu quarto para lhe fazer uma massagem nas costas, na cabeça e no rosto. Você está ficando muito cansada e tensa e, depois de eu lhe aplicar a massagem, você se sentirá muito melhor.”
Tarde da noite, Lily foi ao nosso quarto e me presenteou com uma fantástica massagem, relaxando meus ombros rijos, aliviando meu couro cabeludo e abrandando minha face. Deitada ali, sentindo o maravilhoso e relaxante movimento de suas mãos, era como se eu estivesse sendo tocada por um anjo, como se ela me estivesse dando um presente de Deus, como se as mãos dela me mostrassem o amor que Deus queria que eu experimentasse. Quando ela terminou, eu estava quase dormindo, agradável e profundamente sonolenta.
O presente dela foi perfeito para mim. Eu nem mesmo sabia que precisava daquele presente, mas ela me olhara com olhos diferentes, olhos que podiam ver a tensão do meu corpo e que se importaram de ministrar à minha necessidade.
Numa situação em que estávamos dando tanto de nós mesmos, era exatamente aquilo de que eu precisava: parar por alguns minutos e receber algo de alguém. A lembrança do presente de Lily ficará para sempre comigo e me enternecerá o coração, mesmo quando ela não estiver mais aqui para fazer relaxar meu corpo. Através do seu presente, fui tocada por um anjo e amada por Deus.
Autora: Karen Holford Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 15/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 20h55
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Provações Vêm, Provações Vão

Provações Vêm, Provações Vão Porque Ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Hebreus 13:5.
A vida está cheia de mudanças. De algumas, nós gostamos; de outras, não – especialmente daquelas que nos levam a deixar nossa zona de conforto. Mas, dizem, a mudança é a constante da vida. Será? Ao recapitular minha vida, parece mesmo que a constante foi a mudança. Mudanças de uma casa para outra ou de um país para outro; amigos que vêm e vão, dependendo de onde moramos. Mudança de escola para os filhos. Mudança no meu manequim ao longo dos anos (essa, agora, eu preferiria esquecer, especialmente meus esforços para perder peso indesejado). Mudanças de corte de cabelo (e já houve muitas), do longo ao curto.
Meu esposo, Joe, e eu nos casamos em 1979, e com o passar dos anos vivemos muitas mudanças, pessoalmente e como casal. Algumas mudanças vêm com facilidade, outras são inesperadas e muitas foram contra nossa vontade. Mas assim mesmo vieram.
Sim, parece mesmo que a mudança é a constante da vida. Mas isso não é verdade. Como cristã, descobri que a única coisa imutável na minha vida é Deus. Ele nunca muda. É sempre o mesmo – ontem, hoje e amanhã. Nosso texto nos faz lembrar desse fato. E esse fato, mais do que qualquer outro, tem sido meu conforto.
Independentemente do que acontecesse, uma mudança para outro país ou a perda de velhos amigos – mesmo a perda de nosso filho primogênito muitos anos atrás – a constante na minha vida foi que Deus sempre esteve comigo. Mesmo quando eu não podia senti-Lo, percebê-Lo ou ouvi-Lo, sabia que Ele estava comigo.
Não sei por quais mudanças você está passando em sua vida hoje, ao ler esta página, mas sei de uma coisa que não mudará e da qual você pode depender, não importa o que aconteça – é que nosso Amigo e Salvador, nosso Pai e Criador, nunca a deixará nem a abandonará.
Anime-se hoje, minha amiga – Deus está com você. Lembre-se dos discípulos no barco durante a tempestade. Jesus dormia profundamente enquanto eles lutavam contra suas tormentas. Não conseguiam ouvi-Lo nem vê-Lo em ação para salvá-los, mas ali estava Ele. Uma lição que a vida me ensinou é que Deus pode estar em silêncio, mas nunca está ausente. Louvado seja Ele.
Autora: Heather-Dawn Small Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 14/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 20h53
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Nosso Futuro em Suas Mãos

Nosso Futuro em Suas Mãos Os Teus olhos viram o meu embrião; todos os dias determinados para mim foram escritos no Teu livro antes de qualquer deles existir. Salmo 139:16, NVI.
O dia 18 de fevereiro de 2004 foi um dia completamente normal, assim como todos os outros dias. Quando o telefone tocou, às 23h, eu já havia ido dormir. Meu esposo atendeu a ligação e, do outro lado da linha, meu irmão lhe deu a notícia de um trágico acidente que havia ceifado a vida de minha irmã mais nova.
Eu não conseguia acreditar que aquilo fosse possível. Não fazia sentido. Podia ter sido outra pessoa. Comecei a chorar, e pedi que meu esposo se ajoelhasse comigo para orar por ela, por meus pais, meus irmãos e irmãs e por todos os que estavam sofrendo.
Na manhã seguinte, viajamos para a casa de minha família, a fim de assistir ao funeral. Os dias seguintes foram cheios de angústia e muita dor. Eu olhava para meus pais e entendia a dor que sentiam, porque também sou mãe. Minha angústia só crescia, ao olhar para a situação sob o ponto de vista deles.
Coisas especiais trouxeram muitas lembranças, e as fotografias começaram a aparecer. Recordávamos a vida dela, suas palavras, seus gestos, seu belo sorriso, sem realmente entender por que aquilo acontecera. Ela estava com apenas 29 anos e tinha tantos sonhos – uma vida inteira pela frente, para ser vivida.
Hoje, olhando com os olhos da fé, entendo que Deus conhece as razões, e tenho certeza de que um dia nós as entenderemos também. Sei que ela dorme, sem ter consciência de nossa dor, lágrimas e sentimentos.
Quando nascemos, Deus já tem por escrito os nossos dias e Seus propósitos; estes pertencem a Ele. Mas aqueles que Lhe são fiéis têm a vida oculta nEle, e Deus certamente a devolverá, conforme prometeu.
Senhor, ajuda a cada pai, mãe, irmão, irmã, filho ou filha que esteja experimentando a dor e o sofrimento de perder um ente querido. Com Jesus Cristo na vida, que essas perdas de hoje, neste mundo triste e dolorido, sejam transformadas em belos e alegres encontros no Teu reino, num futuro próximo. Amém.
Autora: Jeanine Xavier Názer Latif
Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 13/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 22h47
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Sacolinha Para Presente Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:33.
Minha sobrinha passava por aquela deliciosa fase de criança-mulher, quando tudo pode estar perfeito num momento, e absolutamente horrível no momento seguinte. Num desses momentos, não tenho certeza qual foi, ela me disse categoricamente que queria só dinheiro para seu aniversário de 12 anos, que se aproximava. “Nada de cartões, de lindos presentes. Nada a não ser dinheiro. E titia, você pode dizer isso à minha família?”
Algumas noites depois, ela veio dormir na minha casa. – Ah, que câmera legal! – exclamou a potencial fotógrafa. – Eu queria uma bem assim, no meu aniversário. É muito cara? – A pergunta foi ponderada. Quando ela soube que não era, veio a outra pergunta que eu esperava. – Você arranja uma para mim?
– Mas, Takara...
– Eu sei o que eu disse, mas eu compraria uma de qualquer maneira, com o dinheiro. Então... – Encolhendo os ombros, ela disse tudo. – E daria para comprar numa outra cor, por favor?
Procurei câmeras de várias cores nas lojas. Comecei a achar que sua idéia original era melhor do que imaginávamos. Quatro lojas adiante, com a câmera na mão, vi uma graciosa sacolinha para embalagem de presente, nas cores tangerina e violeta, enfeitada com contas, última moda. Estava na prateleira de ofertas e custava menos de um dólar. Tive de comprá-la.
Quando o dia do aniversário chegou, os envelopes contendo dinheiro apareceram. Então, ela localizou meu presente.
– Ai, que sacolinha linda! É até mais bonita que o presente. – E o sorriso dela tirou a alfinetada de suas palavras.
– Mas, Takara...
– Eu gostei muito da câmera, titia. Mas a sacolinha é tão legal!
Perguntei-me se era assim que eu considerava meu Pai celeste. Seria meu cristianismo nada mais do que uma atraente embalagem exterior daquilo que está por dentro? Estaria eu realmente valorizando Seu precioso reino? Desejaria mesmo chegar lá? Na prática, estaria colocando a Deus em primeiro lugar na minha vida?
Querido Pai, orei, ajuda-me a colocar-Te no centro real da minha vida. Entrego meus pensamentos, ações e a mim mesma, completamente a Ti.
Autora: Glenda-Mae Greene Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 12/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 17h03
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Ele Nunca Abandona Seus Filhos Já fui jovem e agora sou velho, mas nunca vi o justo desamparado, nem seus filhos mendigando o pão. Salmo 37:25, NVI.
Logo depois que nos casamos, meu esposo e eu trabalhamos numa escola missionária rural no sul do Brasil. Durante os dois anos lá, aprendemos muito e trabalhamos com pessoas maravilhosas que nos ajudaram imensamente. Nosso pequeno apartamento ficava perto do salão social, da igreja e do cemitério local. Nesse cemitério, jaziam grandes homens que tinham levado a mensagem evangélica do retorno de Jesus àquela região.
Meu esposo fazia o curso superior à noite e dava aulas na escola durante o dia. Muitas noites, fiquei sozinha com nosso filhinho e orava até que meu esposo voltasse, porque ele precisava andar oito quilômetros, da parada do ônibus até o nosso apartamento. Às vezes, quando chovia, ele não podia voltar porque o rio transbordava e ninguém conseguia atravessá-lo. Nessas ocasiões, ele passava a noite do outro lado do rio, na casa de amigos que bondosamente o hospedavam.
No final de cada mês, passávamos por dificuldades financeiras porque, a essa altura, todo o salário já havia sido usado. Eram dias em que passávamos sem nada, quando orávamos bastante pedindo a ajuda e proteção de Deus. Ele nunca nos abandonou. Muitas vezes experimentamos o cumprimento de Sua promessa: “O anjo do Senhor é sentinela ao redor daqueles que O temem, e os livra” (Salmo 34:7, NVI).
Um dia, alguém que morava na vizinhança nos visitou e prometeu dar-nos uma cesta contendo alimento suficiente para durar até o fim do mês. A única condição que nos apresentou foi que não contássemos a ninguém acerca de sua doação. Fielmente, cumprimos a promessa. Afinal de contas, ele era o “anjo” que Deus enviara para nos socorrer. E, no dia combinado, ele chegou bem cedo com uma linda cesta cheia de alimento. Entre as coisas que trouxe, havia inclusive um pacote de biscoitos para nosso filho.
Louvo a Deus porque, em tempos de grande necessidade, Ele usou Seus filhos em nosso auxílio, fazendo de nós obreiros fortes para Ele. Você pode confiar sempre em Deus; Ele nunca abandona Seus filhos que Lhe são fiéis.
Autora: Marlene Esteves Garcia Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 11/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 09h53
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