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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese
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O Toque de um Anjo

O Toque de um AnjoAntes de clamarem, Eu responderei. Isaías 65:24, NVI. Meu esposo e eu estávamos dando aulas para um grupo de pastores e suas esposas, na Romênia. Adaptamos nossos seminários ao tomarmos conhecimento das diferentes necessidades das pessoas. Falávamos, na maioria das vezes, através de intérpretes, e ficávamos em pé enquanto nos apresentávamos. Éramos apaixonados por nossos temas e desfrutamos o desafio de ensinar numa cultura muito diferente da nossa. Durante os intervalos, dávamos aconselhamento, conversávamos com as pessoas ou preparávamos nossa apresentação seguinte. Com tanta coisa acontecendo (e provavelmente com tanta adrenalina correndo pelo corpo), não percebi quão tenso meu corpo se tornara e quão rijos estavam meus ombros. Mas Lily notou, e teve uma idéia.
Na hora do chá de frutas, Lily veio falar comigo. Ela era esposa de pastor, e havia aprendido a fazer massagem na Noruega. “Tenho um presente especial para lhe dar hoje à noite, depois que vocês terminarem de falar. Vou ao seu quarto para lhe fazer uma massagem nas costas, na cabeça e no rosto. Você está ficando muito cansada e tensa e, depois de eu lhe aplicar a massagem, você se sentirá muito melhor.”
Tarde da noite, Lily foi ao nosso quarto e me presenteou com uma fantástica massagem, relaxando meus ombros rijos, aliviando meu couro cabeludo e abrandando minha face. Deitada ali, sentindo o maravilhoso e relaxante movimento de suas mãos, era como se eu estivesse sendo tocada por um anjo, como se ela me estivesse dando um presente de Deus, como se as mãos dela me mostrassem o amor que Deus queria que eu experimentasse. Quando ela terminou, eu estava quase dormindo, agradável e profundamente sonolenta.
O presente dela foi perfeito para mim. Eu nem mesmo sabia que precisava daquele presente, mas ela me olhara com olhos diferentes, olhos que podiam ver a tensão do meu corpo e que se importaram de ministrar à minha necessidade.
Numa situação em que estávamos dando tanto de nós mesmos, era exatamente aquilo de que eu precisava: parar por alguns minutos e receber algo de alguém. A lembrança do presente de Lily ficará para sempre comigo e me enternecerá o coração, mesmo quando ela não estiver mais aqui para fazer relaxar meu corpo. Através do seu presente, fui tocada por um anjo e amada por Deus.
Autora: Karen Holford Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 15/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 20h55
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Provações Vêm, Provações Vão

Provações Vêm, Provações Vão Porque Ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Hebreus 13:5.
A vida está cheia de mudanças. De algumas, nós gostamos; de outras, não – especialmente daquelas que nos levam a deixar nossa zona de conforto. Mas, dizem, a mudança é a constante da vida. Será? Ao recapitular minha vida, parece mesmo que a constante foi a mudança. Mudanças de uma casa para outra ou de um país para outro; amigos que vêm e vão, dependendo de onde moramos. Mudança de escola para os filhos. Mudança no meu manequim ao longo dos anos (essa, agora, eu preferiria esquecer, especialmente meus esforços para perder peso indesejado). Mudanças de corte de cabelo (e já houve muitas), do longo ao curto.
Meu esposo, Joe, e eu nos casamos em 1979, e com o passar dos anos vivemos muitas mudanças, pessoalmente e como casal. Algumas mudanças vêm com facilidade, outras são inesperadas e muitas foram contra nossa vontade. Mas assim mesmo vieram.
Sim, parece mesmo que a mudança é a constante da vida. Mas isso não é verdade. Como cristã, descobri que a única coisa imutável na minha vida é Deus. Ele nunca muda. É sempre o mesmo – ontem, hoje e amanhã. Nosso texto nos faz lembrar desse fato. E esse fato, mais do que qualquer outro, tem sido meu conforto.
Independentemente do que acontecesse, uma mudança para outro país ou a perda de velhos amigos – mesmo a perda de nosso filho primogênito muitos anos atrás – a constante na minha vida foi que Deus sempre esteve comigo. Mesmo quando eu não podia senti-Lo, percebê-Lo ou ouvi-Lo, sabia que Ele estava comigo.
Não sei por quais mudanças você está passando em sua vida hoje, ao ler esta página, mas sei de uma coisa que não mudará e da qual você pode depender, não importa o que aconteça – é que nosso Amigo e Salvador, nosso Pai e Criador, nunca a deixará nem a abandonará.
Anime-se hoje, minha amiga – Deus está com você. Lembre-se dos discípulos no barco durante a tempestade. Jesus dormia profundamente enquanto eles lutavam contra suas tormentas. Não conseguiam ouvi-Lo nem vê-Lo em ação para salvá-los, mas ali estava Ele. Uma lição que a vida me ensinou é que Deus pode estar em silêncio, mas nunca está ausente. Louvado seja Ele.
Autora: Heather-Dawn Small Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 14/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 20h53
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Nosso Futuro em Suas Mãos

Nosso Futuro em Suas Mãos Os Teus olhos viram o meu embrião; todos os dias determinados para mim foram escritos no Teu livro antes de qualquer deles existir. Salmo 139:16, NVI.
O dia 18 de fevereiro de 2004 foi um dia completamente normal, assim como todos os outros dias. Quando o telefone tocou, às 23h, eu já havia ido dormir. Meu esposo atendeu a ligação e, do outro lado da linha, meu irmão lhe deu a notícia de um trágico acidente que havia ceifado a vida de minha irmã mais nova.
Eu não conseguia acreditar que aquilo fosse possível. Não fazia sentido. Podia ter sido outra pessoa. Comecei a chorar, e pedi que meu esposo se ajoelhasse comigo para orar por ela, por meus pais, meus irmãos e irmãs e por todos os que estavam sofrendo.
Na manhã seguinte, viajamos para a casa de minha família, a fim de assistir ao funeral. Os dias seguintes foram cheios de angústia e muita dor. Eu olhava para meus pais e entendia a dor que sentiam, porque também sou mãe. Minha angústia só crescia, ao olhar para a situação sob o ponto de vista deles.
Coisas especiais trouxeram muitas lembranças, e as fotografias começaram a aparecer. Recordávamos a vida dela, suas palavras, seus gestos, seu belo sorriso, sem realmente entender por que aquilo acontecera. Ela estava com apenas 29 anos e tinha tantos sonhos – uma vida inteira pela frente, para ser vivida.
Hoje, olhando com os olhos da fé, entendo que Deus conhece as razões, e tenho certeza de que um dia nós as entenderemos também. Sei que ela dorme, sem ter consciência de nossa dor, lágrimas e sentimentos.
Quando nascemos, Deus já tem por escrito os nossos dias e Seus propósitos; estes pertencem a Ele. Mas aqueles que Lhe são fiéis têm a vida oculta nEle, e Deus certamente a devolverá, conforme prometeu.
Senhor, ajuda a cada pai, mãe, irmão, irmã, filho ou filha que esteja experimentando a dor e o sofrimento de perder um ente querido. Com Jesus Cristo na vida, que essas perdas de hoje, neste mundo triste e dolorido, sejam transformadas em belos e alegres encontros no Teu reino, num futuro próximo. Amém.
Autora: Jeanine Xavier Názer Latif
Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 13/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 22h47
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Sacolinha Para Presente Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:33.
Minha sobrinha passava por aquela deliciosa fase de criança-mulher, quando tudo pode estar perfeito num momento, e absolutamente horrível no momento seguinte. Num desses momentos, não tenho certeza qual foi, ela me disse categoricamente que queria só dinheiro para seu aniversário de 12 anos, que se aproximava. “Nada de cartões, de lindos presentes. Nada a não ser dinheiro. E titia, você pode dizer isso à minha família?”
Algumas noites depois, ela veio dormir na minha casa. – Ah, que câmera legal! – exclamou a potencial fotógrafa. – Eu queria uma bem assim, no meu aniversário. É muito cara? – A pergunta foi ponderada. Quando ela soube que não era, veio a outra pergunta que eu esperava. – Você arranja uma para mim?
– Mas, Takara...
– Eu sei o que eu disse, mas eu compraria uma de qualquer maneira, com o dinheiro. Então... – Encolhendo os ombros, ela disse tudo. – E daria para comprar numa outra cor, por favor?
Procurei câmeras de várias cores nas lojas. Comecei a achar que sua idéia original era melhor do que imaginávamos. Quatro lojas adiante, com a câmera na mão, vi uma graciosa sacolinha para embalagem de presente, nas cores tangerina e violeta, enfeitada com contas, última moda. Estava na prateleira de ofertas e custava menos de um dólar. Tive de comprá-la.
Quando o dia do aniversário chegou, os envelopes contendo dinheiro apareceram. Então, ela localizou meu presente.
– Ai, que sacolinha linda! É até mais bonita que o presente. – E o sorriso dela tirou a alfinetada de suas palavras.
– Mas, Takara...
– Eu gostei muito da câmera, titia. Mas a sacolinha é tão legal!
Perguntei-me se era assim que eu considerava meu Pai celeste. Seria meu cristianismo nada mais do que uma atraente embalagem exterior daquilo que está por dentro? Estaria eu realmente valorizando Seu precioso reino? Desejaria mesmo chegar lá? Na prática, estaria colocando a Deus em primeiro lugar na minha vida?
Querido Pai, orei, ajuda-me a colocar-Te no centro real da minha vida. Entrego meus pensamentos, ações e a mim mesma, completamente a Ti.
Autora: Glenda-Mae Greene Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 12/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 17h03
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Ele Nunca Abandona Seus Filhos Já fui jovem e agora sou velho, mas nunca vi o justo desamparado, nem seus filhos mendigando o pão. Salmo 37:25, NVI.
Logo depois que nos casamos, meu esposo e eu trabalhamos numa escola missionária rural no sul do Brasil. Durante os dois anos lá, aprendemos muito e trabalhamos com pessoas maravilhosas que nos ajudaram imensamente. Nosso pequeno apartamento ficava perto do salão social, da igreja e do cemitério local. Nesse cemitério, jaziam grandes homens que tinham levado a mensagem evangélica do retorno de Jesus àquela região.
Meu esposo fazia o curso superior à noite e dava aulas na escola durante o dia. Muitas noites, fiquei sozinha com nosso filhinho e orava até que meu esposo voltasse, porque ele precisava andar oito quilômetros, da parada do ônibus até o nosso apartamento. Às vezes, quando chovia, ele não podia voltar porque o rio transbordava e ninguém conseguia atravessá-lo. Nessas ocasiões, ele passava a noite do outro lado do rio, na casa de amigos que bondosamente o hospedavam.
No final de cada mês, passávamos por dificuldades financeiras porque, a essa altura, todo o salário já havia sido usado. Eram dias em que passávamos sem nada, quando orávamos bastante pedindo a ajuda e proteção de Deus. Ele nunca nos abandonou. Muitas vezes experimentamos o cumprimento de Sua promessa: “O anjo do Senhor é sentinela ao redor daqueles que O temem, e os livra” (Salmo 34:7, NVI).
Um dia, alguém que morava na vizinhança nos visitou e prometeu dar-nos uma cesta contendo alimento suficiente para durar até o fim do mês. A única condição que nos apresentou foi que não contássemos a ninguém acerca de sua doação. Fielmente, cumprimos a promessa. Afinal de contas, ele era o “anjo” que Deus enviara para nos socorrer. E, no dia combinado, ele chegou bem cedo com uma linda cesta cheia de alimento. Entre as coisas que trouxe, havia inclusive um pacote de biscoitos para nosso filho.
Louvo a Deus porque, em tempos de grande necessidade, Ele usou Seus filhos em nosso auxílio, fazendo de nós obreiros fortes para Ele. Você pode confiar sempre em Deus; Ele nunca abandona Seus filhos que Lhe são fiéis.
Autora: Marlene Esteves Garcia Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 11/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 09h53
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Seu Nome

Seu NomeMas Tu, ó Senhor, me conheces, Tu me vês e provas o que sente o meu coração. Jeremias 12:3.
Em 1974, morávamos na bela cidade de Nova Lisboa, a rainha do planalto angolano (agora chamada Huambo).
Um dia, enquanto brincava com meu filho, encostei o ouvido em seu peito e disse: – Filho, seu coração não está dizendo meu nome! – Com sua sabedoria de 3 anos de idade, ele assumiu uma atitude aflita e disse: – Mas, mamãe, então me diga qual é o seu nome? – Lentamente, comecei a dizer-lhe o meu nome – Maria Costa Sales Cardoso – e ele o repetiu comigo. Pediu que eu o dissesse de novo, e continuou a repeti-lo. Quando achei que ele já o sabia bem, ele disse: – Mamãe, escute agora para ver se meu coração já sabe dizer seu nome. – Enquanto eu colocava o ouvido outra vez contra o seu peito, ele segurou minha cabeça com as mãozinhas e cochichou meu nome, bem baixinho, para que o coração dissesse e eu pudesse ouvi-lo.
Ao recordar esse episódio, imagino o Senhor dizendo: “Filha, tantas vezes seus lábios já disseram Meu nome, mas seu coração nem sempre está disposto a pronunciá-lo. O que está acontecendo com você? Deixei-lhe uma carta, e você precisa lê-la. Encontrará nela algo especial que dediquei a você. Quando andar em meio à natureza, quando olhar para o céu estrelado, quando as chuvas caírem ou você contemplar um ocaso do sol, quando viajar por terra ou mar – encontrará muitas mensagens que lhe envio. O que você acha da alegria, do riso, da dor ou da ternura de uma amizade cultivada? Quando olha para seus filhos, que amor é esse que mora no seu coração? E seus netos? Você entende o que desejo dizer-lhe, quando eles correm até você, quando a beijam e abraçam ou quando simplesmente ficam quietos ao seu lado ou dormindo no seu colo? Todas essas mensagens de amor são Minhas! Tenho tantas bênçãos para dar-lhe, e espero muito de você. Sei que sua jornada é difícil. Há desvios e atalhos que você ainda precisa tomar, mas seu coração precisa sempre dizer Meu nome, para que você não desfaleça!”
Ao imaginar o Senhor falando comigo dessa maneira, desejo pedir-Lhe que me ensine tudo a respeito do Seu nome, porque quero guardá-lo no coração para sempre. Quero falar com Ele, dizer o Seu nome, todos os dias.
Autora: Maria Sales Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 10/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 00h40
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Pobre Passarinho Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai. Não temais, pois! Bem mais valeis vós do que muitos pardais. Mateus 10:29, 31.
Fui falsamente acusada de fazer algo de que eu nem sequer tinha consciência. Dizer que me sentia abalada era pouco. Não sendo o tipo de mulher verbalmente retaliadora, achei melhor sair da casa e dar uma volta. Isso, pensei, seria uma boa maneira de “esfriar a cabeça”.
Os pensamentos voavam pela minha mente. Por que preciso ser culpada de tudo? Por que eu? Por que, quando procuro fazer o que é certo, as coisas se voltam contra mim?
Uma ave passou voando quando olhei para o céu, e eu disse comigo mesma: Por que não posso ser um passarinho e voar para longe quando os problemas aparecem? Quando eu era criança, costumava pensar como seria maravilhoso ser uma ave e voar quando as coisas se complicassem.
Então, ao dobrar a esquina, vi um passarinho caído na sarjeta. Coitadinho, pensei. Por que você está caído aí? Quem o matou? Parecia não haver nada que eu pudesse fazer. O rumo dos meus pensmentos mudou por completo; passou da pena que sentia de mim para o que causou a morte daquela pequenina ave.
Nosso verso em Mateus 10:29 me veio à mente. Esses passarinhos não têm muito valor, mas, se um deles cai ao chão, nosso Pai celeste sabe! Ele deve ficar triste ao ver uma de Suas criaturas morrer.
Agora entendi que minha situação ainda era melhor que a do passarinho. Eu ainda tinha vida e esperança. A ave não podia voar mais; porém, eu continuava livre. Nada tão ruim, afinal de contas. O passarinho não podia cantar mais; eu ainda podia cantar, apesar do meu desapontamento. Afinal, devemos louvar a Deus em todas as circunstâncias, mesmo quando a luta é penosa.
A ave não podia mais juntar alimento para sua família; meu Pai celeste continua tomando providências em meu favor. O pássaro havia caído sozinho na sarjeta, mas eu ainda tinha familiares e amigos que me amam, e um teto sobre a cabeça.
“Não temais, pois! Bem mais valeis vós do que muitos pardais.” Dê graças a seu Pai celestial, agora mesmo, por amá-la tanto.
Autora: Priscilla E. Adonis Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 09/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 11h37
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A Promessa Divina de Libertação

A Promessa Divina de LibertaçãoQuando passares pelas águas, Eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Isaías 43:2.
Deus dá essa poderosa promessa a Israel por intermédio de Isaías. Deus realmente protegeu e livrou Israel em meio a muitas tribulações, guerras e dificuldades, e hoje o diabo cria muitas provações e problemas esmagadores para os cristãos, a fim de estorvá-los em sua senda cristã.
Meu esposo faleceu no meio da noite, no hospital. Quando voltei para casa na manhã seguinte, e a realidade de sua morte me atingiu, minha fé foi abalada. Senti como se alguém estivesse literalmente removendo de mim a fé em Deus. Era o diabo, atacando minha fé em Deus. Liguei para minha companheira de oração, a fim de que orasse em meu favor.
O diabo, então, apresentou as difíceis tarefas que estavam diante de mim. Meu esposo faleceu em Moçambique. Eu precisava arranjar todos os documentos de imigração e o transporte do corpo até Zâmbia. Depois, arranjar transporte para que meus três filhos e eu fôssemos ao funeral na área rural de Zâmbia. Achei que aquilo era demais para mim – sentia-me muito fraca para passar por tudo aquilo. Senti como se fosse desmaiar e morrer também, no meio de todas aquelas tarefas.
Naquela noite, Deus colocou o texto bíblico de hoje na minha mente. Li a passagem vez após vez, e, ao fazê-lo, minha fé foi restaurada. Acreditei no que o texto dizia e clamei essa promessa para mim. Vi, mentalmente, Deus me amparando e passando comigo ao longo de todo o processo. Senti que Deus me protegia, me cobria e me fortalecia.
De manhã, bem cedo, o patrão do meu esposo veio ver-me. Seu escritório assumiu toda a responsabilidade de adquirir o esquife, completar a papelada da imigração e pagar o transporte do corpo até Zâmbia. As passagens para o vôo também foram providenciadas e pagas. Na chegada a Zâmbia, encontramos familiares esperando por nós, e eles assumiram todos os arranjos da viagem, do serviço fúnebre e reuniões de oração ao longo do caminho. Eu podia ver a mão de Deus no trajeto inteiro.
Agradeço a Deus por ter fielmente me carregado com segurança através desse rio caudaloso. Foi um tempo difícil para mim, mas Deus esteve presente. Quando os problemas da vida ameaçarem destruir sua fé, apegue-se a Jesus Cristo; Ele a protegerá e livrará.
Autora: Conisia Anthony Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 08/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 11h34
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Desculpas, Desculpas!

Desculpas, Desculpas!“Foi a mulher que me deste por companheira que me deu do fruto da árvore, e eu comi.” [...] “A serpente me enganou, e eu comi.” Gênesis 3:12, 13, NVI.
Tendo como professores os nossos primeiros pais, todos nós aprendemos a arte de dar desculpas. Damos desculpas ao nosso chefe sobre o motivo de não termos concluído o relatório; desculpas para nosso esposo porque demos marcha a ré no carro em cima do carrinho de mão; desculpas para nossos filhos porque não pudemos acampar no final de semana. Talvez sejamos ousados a ponto de dar desculpas a Deus!
Muitas das nossas desculpas são lógicas e válidas – pelo menos aos nossos olhos. Outras são humorísticas, e algumas até ridículas. Todos já rimos diante da transparente tentativa de uma criança de dar desculpas.
No ano passado, convidamos um grande grupo de amigos para um jantar. Uma família trouxe seus dois meninos, bem como outros de quem estavam cuidando. Ouvia-se muita algazarra e risadas das crianças mais velhas, e muita conversa entre os adultos. Os meninos menores se entretinham, exatamente como três garotos turbulentos e normais fazem. Uma palavra ocasional da ala adulta os mantinha sob controle.
Eu tinha um suporte com contas suspensas como se fossem cortina, na porta aberta do nosso quarto. Isso, juntamente com nossa enorme cama d’água, fascinou os meninos. Passaram algum tempo inspecionando o quarto a partir do sótão, e depois desceram correndo a escada, passando pela cortina de contas da porta, e balançando levemente sobre a cama – com minha permissão.
De repente, num ímpeto de exuberância, o pequeno Filipe, o mais novo, agarrou-se a um punhado de contas e tomou impulso como Tarzan, voando para dentro do quarto. É lógico que as contas se desprenderam dos fios e do suporte, e ele passou o restante da noite tentando juntá-las outra vez.
Mas foi o que Filipe disse ao seu pai que ainda me diverte. “Papai, eu mal toquei nelas – assim.” E ele passou suavemente a mão por um punhado de contas. E talvez tenha realmente crido que aquilo foi tudo o que ele fez. Geralmente, nós também não cremos em nossas desculpas?
O pequeno Filipe estava tentando salvar a pele e evitar um castigo. É a isso que as desculpas dizem respeito, não é? Mas, com certeza, Deus deve achar graça quando Lhe damos algumas de nossas desculpas esfarrapadas, assim como eu ri com a de Filipe.
Autora: Dawna Beausoleil Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 07/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 23h40
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Preciso de uma Bênção Espiritual

Preciso de uma Bênção Espiritual
Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo. Efésios 1:3.
Foi uma daquelas manhãs que parecem dizer: “Estou chegando cheia de potencial, e realizarei seja o que for, se me colocarem para funcionar.” Então comecei. Tomei a Bíblia logo que meu esposo saiu para o trabalho. Estou lendo o livro de Lucas novamente, depois que um ancião reacendeu meu interesse durante um dos seus sermões. Assim, como a manhã sugeria, eu me dispus e me preparei para receber poder. Sinto-me à vontade estudando a Bíblia deitada, e com a Bíblia diante de mim comecei a ler, mas não se completava a conexão – sentia-me vazia de uma interação com Deus.
Percebi que meus pensamentos estavam em algum outro lugar. Senti o impulso de telefonar para uma amiga. Para fazer isso, eu tinha que ir à loja comprar um cartão para meu telefone celular. Mas, antes de sair de casa, resmunguei para Deus que eu mesma precisava de uma bênção espiritual.
Quando me aproximei da loja, por alguma razão meus olhos caíram sobre uma jovem mulher parada sozinha, aparentemente despreocupada com os cuidados da vida. Exclamei: “Sabia que Jesus está voltando, e que Ele virá para as pessoas que estão preparadas para encontrá-Lo?”
Passei a dizer-lhe que alguém estava orando para que ela entregasse o coração a Jesus. Com um ar de ceticismo e surpresa, perguntou se eu sabia que ela estaria ali naquele momento. Eu disse a ela que Deus sabia, e queria que eu lhe desse essa mensagem. Após algum tempo de testemunho, ela me disse que ficava extremamente agradecida por eu ter falado com ela, e que queria entregar a vida a Jesus.
Senti a presença do Espírito Santo como chuva sobre mim naquela manhã, e entendi que Deus me havia dado a bênção espiritual que eu desejara. Ele me mandou sair naquela manhã para plantar uma semente. Às vezes, temos a preocupação de saber se a pessoa para quem testemunhamos seguirá a Jesus naquela mesma hora e lugar, mas Deus sabe que usar-nos é o importante para nós – é a nossa bênção – e Ele fará o restante.
Autora: Donna Dennis Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 06/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 23h32
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Aula com uma Bênção

Aula com uma BênçãoO homem planeja fazer todo tipo de coisas, mas acabará sendo feito aquilo que o Senhor planeja. Provérbios 19:21, versão Clear Word. Certa manhã, antes de uma aula de economia doméstica, minha filha leu na Bíblia: “Não sabemos a direção que nossa vida tomará, mas o Senhor sabe e compreende.” Ela orou para que fosse uma luz brilhante diante de suas clientes. Isso era especialmente importante, já que um grupo maior do que o costumeiro se havia inscrito, e ela sempre deseja que esses eventos sejam relaxantes, felizes e inspiradores para as clientes. Ela me contou por e-mail como Deus lhe respondeu à oração de um modo especial. Ela e sua filha-assistente de 10 anos se haviam preparado com antecedência, de modo que ela se sentia confiante em que aquela seria uma animada reunião de aprendizado. Após um bom desjejum, seu esposo sugeriu que preparassem uma refeição especial para o grupo, aquela noite. Ela achou que ele só podia estar brincando. Seria um bocado de trabalho alimentar 18 pessoas, e geralmente seu esposo sai porta afora só ao pensar numa casa cheia de mulheres. Mas, desta vez, ele prometeu voltar às 17h para ajudá-la. Então, descobriram que os canos no banheiro do piso inferior estavam congelados – de novo. Mais uma vez o marido veio em seu auxílio, e no clima de zero grau descongelou os canos com um aparelho especial e os isolou de novo. As pessoas começaram a chegar com uma hora de antecedência, uma senhora torcendo as mãos porque não estava acostumada com estradas escorregadias de gelo, e seu carro havia derrapado até uma valeta. Outra chegou com um bolo de aniversário, tendo escolhido celebrar seu aniversário com duas amigas. Havia muitas mulheres especiais, com muitas necessidades especiais, na aula daquele dia. Até a complicada refeição foi um grande sucesso, e quando o dia movimentado acabou, minha filha sentou-se à mesa com seu esposo, pensando: Foi isso que eu pedi, quando orei para ser uma luz brilhante? Durante sete horas, naquele dia, suas alunas liberaram o estresse, conversaram umas com as outras, recordaram tempos felizes, encheram o estômago e foram para casa com nova energia. Minha filha sentiu que elas haviam sido uma luz brilhante para ela também, enquanto lia novamente: “O homem planeja fazer todo tipo de coisas, mas acabará sendo feito aquilo que o Senhor planeja.” Autora: Betty J. Adams Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 05?02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 13h05
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Ponha os Pés Para Baixo

Ponha os Pés Para BaixoNão tenham medo. Fiquem firmes e vejam o livramento que o Senhor lhes trará hoje. Êxodo 14:13, NVI. Eu estava na Baía Hanauma, no Havaí, quando aconteceu. Durante meu segundo ano na universidade, decidi ser estudante-missionária e lecionar no Pacífico Sul por um ano. Foi assim que me encontrei no Havaí para um cursinho de cinco dias de orientação para professores. Após três dias intensivos de treinamento e seminários, nossos instrutores finalmente nos concederam algum tempo de lazer. Não sendo uma nadadora muito vigorosa, permaneci perto da praia, enquanto meus amigos se aventuravam em águas mais profundas. Eu me estiquei sobre a água, boiando com o rosto voltado para o sol, enquanto permitia que as ondulações suaves da água clarinha me embalassem, num estado de sonolenta bem-aventurança. Após flutuar sossegadamente, comecei a nadar em linha paralela com a praia, mas isso me cansou, e logo decidi voltar para a terra seca. Olhei para a praia. Parecia terrivelmente distante. Meu progresso era lento e cansativo. O pânico se instalou e crescia a cada nova braçada. A praia parecia tão distante, que eu não ousava baixar os pés para avaliar a profundidade da água, com medo daquilo que viesse a descobrir. Mas sabia que não poderia continuar nadando para sempre. Tinha que fazer alguma coisa – qualquer coisa – rapidamente. Eu me debati na água por mais alguns desesperados momentos antes que o pânico sobrepujasse meu orgulho, e gritei: “Socorro! Socorro!” Ninguém se mexeu. Ai, não! pensei, horrorizada, eles estão experimentando aquela coisa de mentalidade da multidão – ninguém faz nada porque todos acham que alguém vai fazer. Gritei de novo. Desta vez, uma das minhas amigas entendeu meu dilema e gritou: “Grace, coloque já os pés para baixo!” Mecanicamente segui as ordens dela e baixei os pés. Um doce alívio me inundou, quando fiquei em pé dentro de 1,20 m de água. Com que freqüência tenho ficado desalentada e temerosa, sentindo-me abandonada por todos, inclusive por Deus! Mas, invariavalmente, quando clamo por socorro, Deus está ali, orientando-me gentilmente a colocar os pés para baixo e entender que Ele não me chama para ficar com água acima da cabeça. Tampouco me chama para cumprir alguma tarefa que eu não consiga realizar com Sua ajuda. Preciso tão-somente confiar nEle e ter fé suficiente em Suas promessas para sentir que dá pé. Autora: A. Grace Brown Texto extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmulher/2009/frmmul2009.html 04/02)
Escrito por Muniz de Albuquerque às 13h02
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